Acho que o mapeamento é algo para ser feito um pouco a cada dia, como uma anotação regular, uma renovação do olhar que observa, como se cada dia fosse o primeiro e pudéssemos treinar o olhar para se surpreender, perceber o que ainda não foi visto, buscar outras camadas. Idealmente seria um trabalho para fazermos por muito tempo, só isso durante toda a residência, só observar, pertencer, se deixar ficar, olhar, se impregnar. Mas na real esta residência acaba que é curta para o tanto que se pretende, e por isso acho que devemos diluir o mapeamento durante todo o tempo que passamos na praça, como uma função paralela que estará sempre presente.